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Estrada de terra batida através da floresta de miombo no Parque Nacional de Kafue, típica da Zâmbia ao volante

Ao volante

A Zâmbia ao Volante

Onde chega o asfalto, onde não chega e que rotas exigem um segundo veículo e um plano de resgate.

Foto: Timothy A. Gonsalves, CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons

Percorrer a Zâmbia ao volante é realista, desde que seja honesto sobre em que metade do país está a conduzir. A Zâmbia é um dos melhores países africanos para conduzir por conta própria, desde que seja honesto sobre em que metade do país está a conduzir. A rede de estradas principais é asfaltada, sinalizada e fácil de percorrer num carro normal. Saia dela e os requisitos mudam por completo, por vezes em menos de um quilómetro.

A rede de estradas principais

EstradaPercursoPisoObservações
T1Lusaka a LivingstoneTotalmente asfaltadaCerca de 470–485 km. A estrada turística mais movimentada do país e um dia inteiro de condução
T2De Lusaka para norte até Kapiri Mposhi, Serenje, Mpika, Kasama e a fronteira com a TanzâniaAsfaltadaA Great North Road. Muito longa; dois dias até ao extremo norte é realista
T3De Kapiri Mposhi a Ndola e ao CopperbeltAsfaltadaTráfego comercial intenso
T4De Lusaka para leste até ChipataAsfaltadaA Great East Road e a rota terrestre para o Luangwa
M9De Lusaka para oeste, por Mumbwa e pelo Parque Nacional de Kafue, até MonguAsfaltadaAtravessa o Parque Nacional de Kafue. Para lá de Mongu, as condições mudam drasticamente

A Zâmbia ao volante: de que veículo precisa

Combustível, distâncias e planeamento na Zâmbia ao volante

O abastecimento de combustível é fiável nas cidades ao longo das estradas principais e pouco fiável em todos os outros locais. A regra prática é atestar em cada cidade, quer ache que precisa quer não, e levar jerricãs para qualquer percurso fora do asfalto. As distâncias entre serviços no norte e no oeste são suficientemente longas para que chegar a um quarto do depósito seja um risco real e não teórico.

Conte com velocidades médias mais baixas do que as distâncias sugerem. Camiões, gado, peões, lombas não sinalizadas à entrada das aldeias e longos troços sem possibilidade de ultrapassagem reduzem a distância diária.

Não conduza de noite fora das cidades. Veículos sem luzes, animais na estrada, peões e perigos não sinalizados tornam a condução noturna muito mais perigosa do que a diurna. Planeie cada etapa para chegar antes de escurecer e encare isso como uma regra absoluta e não como uma preferência.

Passagens de fronteira

A maioria das viagens ao volante pela Zâmbia atravessa pelo menos uma fronteira.

Leve os documentos de registo do veículo e uma carta de autorização da empresa de aluguer, se for alugado, e conte com o seguro de responsabilidade civil, a taxa de carbono e as taxas municipais a tratar na fronteira. Os requisitos e os custos mudam; confirme-os com a empresa de aluguer antes de partir.

Campismo

Os parques de campismo são boa parte do que torna viável percorrer a Zâmbia ao volante.

A Zâmbia tem uma verdadeira rede de parques de campismo, e isso é boa parte do que torna aqui viável viajar ao volante. Muitos alojamentos têm um parque de campismo junto à propriedade principal, com instalações sanitárias partilhadas e acesso ao bar e ao restaurante, o que permite a uma viagem de carro usar os mesmos locais que uma viagem com voos por uma fração do custo. As tendas de tejadilho nos veículos alugados são a norma.

Rotas sensatas para percorrer a Zâmbia ao volante

Para onde ir a seguir

Fontes

Os factos e números desta página baseiam-se nas seguintes fontes. Quando as fontes divergem, dizemo-lo no texto.

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